Rua Macabu – 1958

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Aspecto da rua Macabu em 1958. Acervo do Arquivo Nacional.

O local da foto, que mais parece um vilarejo rural, é a rua Macabu no ano de 1958. Ao contrário do conjunto residencial do IAPC, que era uma região nova do bairro de Coelho Neto, o entorno desse logradouro não possuía alfalto, calçadas, rede fluvial e de esgoto. A equipe do jornal Correio da Manhã, que fotografou o local, descreveu em sua reportagem, “(…) de rua tem apenas a placa afixada em um dos barracos próximo à esquina e postes, êstes ainda fincados no meio da futura rua. Não há alinhamento, limpeza, higiene. Mas sobra lixo, lixo por todos os cantos, acompanhado de suas conseqüências: môscas, môscas aos bilhões, por todos os cantos, além de outros animais”.

O fotógrafo parece estar posicionado próximo à avenida dos Italianos, sendo que vemos ao fundo a parte mais alta da Macabu, na esquina com a rua Imboaçu, onde em 1961 viria a ser fundada a igreja católica de Santa Teresa de Jesus. A palavra Macabu tem origem indígena e significa “rio das palmeiras”. A maioria das ruas dessa região recebeu nomes de rios brasileiros.

A imagem pertence ao acervo Correio da Manhã, mantido pelo Arquivo Nacional, e nos foi gentilmente enviada pelo amigo Rodrigo Rocha, a quem agradecemos.

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Ônibus 298 – Castelo x Acari – Década de 1980

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Ônibus da linha Castelo x Acari, em meados da década de 1980.

 

Esse é o ônibus da linha 298 – Castelo x Acari, da viação Madureira Candelária, em um local que parece ser a garagem da empresa. A fotografia provavelmente data da segunda metade dos anos 1980, quando o nome da linha já havia deixado de ser Castelo x Coelho Neto e o ponto final já havia mudado da praça Professora Virgínia Cidade para a rua Vitor Frond, onde permanece até hoje (março de 2018). O curioso é que, de acordo com os limites do bairro estabelecidos em decreto de 1981, a denominação Acari estaria incorreta, pois a rua faz parte de Coelho Neto.

A viação Madureira Candelária foi fundada na década de 1950 e recebe este nome devido ao trajeto inicial de sua primeira linha.

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Carteirinha do Esporte Clube Vega

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A fotografia acima é da carteirinha de sócio do Esporte Clube Vega, gentilmente enviada pela leitora Eliane Capra, a quem agradecemos. A sede do clube ficava no número 65 da rua Curipé e foi a primeira quadra da escola de samba Quilombo, fundada pela lenda da Portela, Antonio Candeia Filho. No dia 4 de abril de 2018 o Esporte Clube Vega estaria completando 60 anos de fundação.

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Viaduto de Coelho Neto – 1969 (2)

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Estado lastimável da Av. Brasil em frente à Escola General Osório. Acervo do Correio da Manhã – Arquivo Nacional.

 

Mais uma foto publicada no jornal Correio da Manhã do dia 22 de fevereiro de 1969, em reportagem que pedia providências a respeito da enorme quantidade de buracos na Av. Brasil, antiga rua Taiaçu, em frente ao viaduto e à Escola General Osório. A calçada também estava destruída no local.

Protagonizando a imagem, um ônibus da linha 682 Méier x Guadalupe. No pára brisa, o itinerário onde se lê: “Pilares – J. Ribeiro – Cavalcante – Cascadura – R. Miranda – Colégio – B. Vermelho”. Percebam ao fundo que não havia ainda a pista de descida da Av. Brasil para a Av. Automóvel Clube em Acari. A imagem pertence ao acervo do Arquivo Nacional.

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Rua Aceguá – 1969

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Um matagal tomava conta da rua Aceguá em meados de 1969. Acervo do Correio da Manhã – Arquivo Nacional.

Assim dizia a reportagem do dia 15 de maio de 1969 do jornal Correio da Manhã.  “O mostrado pela fotografia dizem que é rua e deram-lhe o nome de Aceguá (…) Dizem seus moradores que há anos aguardam que alguém se lembre do deplorável estado em que se encontra o que chamam de Rua Aceguá, que mais se assemelha a um pasto em péssima condição, porque os pastos tratados são mais bonitos”. A equipe do jornal esteve no local e fez o registro acima, onde vemos à esquerda que o Edifício Coelho Neto, entre as ruas Aceguá e Itaigara, ainda estava sendo construído.

A imagem pertence ao acervo Correio da Manhã, mantido pelo Arquivo Nacional.

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Praça Prof. Virgínia Cidade – Data Desconhecida

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Busto de Coelho Neto na Praça Professora Virginia Cidade. Acervo do Correio da Manhã – Arquivo Nacional.

Desconhecemos a data desta fotografia, que provavelmente foi tirada na década de 1950 ou 1960 e pertence ao acervo do jornal Correio da Manhã, mantido pelo Arquivo Nacional. Para os que conhecem bem o bairro, o local dispensa apresentações: é a Praça Professora Virginia Cidade, em seu esplendor com jardim, bancos e postes originais e o busto de Coelho Neto.

O busto em bronze que aparece na foto não é o mesmo que se encontra atualmente no local. Era obra do escultor português Rodolfo Pinto do Couto e foi inaugurado em 1935 como homenagem ao escritor que havia falecido no ano anterior. Foi furtado e recuperado algumas vezes na década de 1980, até que desapareceu de vez. O busto atual é de autoria do escultor Joás Pereira dos Passos e foi inaugurado em 2011 na prefeitura de Eduardo Paes.

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Viaduto de Coelho Neto – 1969

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Ônibus invade calçada do viaduto de Coelho Neto para fugir dos buracos. Acervo do Correio da Manhã – Arquivo Nacional.

 

Em reportagem do jornal Correio da Manhã do dia 22 de fevereiro de 1969, moradores protestavam contra o abandono de Coelho Neto pelas autoridades. Uma das queixas era da quantidade de buracos nas ruas, o que obrigava os veículos a trafegarem sobre as calçadas, conforme podemos ver na foto acima: um ônibus da linha Bonsucesso x Belford Roxo na antiga rua Taiaçu, já rebatizada de avenida Brasil, em frente à Escola General Osório, invade o passeio. A imagem pertence ao acervo do jornal mantido pelo Arquivo Nacional.

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