Vista Parcial do IAPC de Coelho Neto

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Vista de parte do IAPC de Coelho Neto no início dos anos 1980. Imagem da página Família Formiplac no Facebook.

 

A imagem acima foi tirada de uma página do Facebook intitulada “Família Formiplac”, destinada a ex-funcionários da fábrica que ficava em Acari, onde hoje funciona o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.

Na foto, que deve ter sido tirada do alto da Formiplac no início dos anos 1980, vemos parte do conjunto residencial do IAPC de Coelho Neto, de onde se destacam a Escola Municipal General Osório (á esquerda), O Colégio Estadual João Baptista de Mattos e a Escola Municipal Monte Castelo (centro) e a Igreja São Jerônimo (à direita). Observamos também o trânsito tranquilo da então Avenida Automóvel Clube. O metrô era apenas uma promessa nessa época e suas obras geravam protestos dos moradores, como pode ser visto no post Obras do Metrô – 1982. Também vemos ao fundo e à esquerda uma parte do Morro União, ou Morro do Jorge Turco.

Tem fotos antigas do bairro? Compartilhe com a gente! Envie para o e-mail coelhoneto.rj@gmail.com e publicaremos aqui com os devidos créditos.

 

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A História do Gigante de Pedra

Às vezes estamos tão acostumados com algumas coisas que até nos esquecemos de que um dia elas já foram diferentes ou sequer existiam. É o caso do viaduto de Coelho Neto, um dos ícones do bairro. Dá para imaginar que houve uma época em que ele não estava lá? Esse gigante, que começou a ser construído em 1949, tem muita história pra contar. E a mais interessante é a dele mesmo.
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Obras do Metrô – 1982

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Moradores pediam fim das obras do metrô em 1982. Fonte: Jornal do Brasil.

 

Nesta foto, clicada pelo fotógrafo Carlos Mesquita e publicada em 4 de fevereiro de 1982 no Jornal do Brasil, vemos como era o muro do metrô ao longo da antiga avenida Automóvel Clube, atual Pastor Martin Luther King Jr. A reportagem tratava da reclamação dos moradores de Coelho Neto e Acari em relação às obras do pré-metrô, como era chamado o transporte no trecho que percorria a linha 2.

Tendo sido iniciadas em 1979, as obras estavam paralisadas três anos depois, causando transtorno à população. O leito da antiga ferrovia Rio d’Ouro, que foi aproveitado para a construção do metrô, passou a acumular mato e lixo em seu entorno. Com a construção do muro, as pessoas também eram obrigadas a percorrer distâncias maiores para atravessar a linha férrea, que também passou a ser um local perigoso, principalmente à noite. Essa situação permaneceu mais ou menos a mesma por mais 16 anos, quando o metrô foi finalmente inaugurado.

Na parte de cima da fotografia, à esquerda, podemos ver uma parte do antigo prédio da Formiplac em Acari, que foi demolido e deu lugar ao Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.

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