Santo de Casa

Um mercado ofertando vários tipos de gêneros alimentícios, localizado na praça Professora Virgínia Cidade, o coração do bairro de Coelho Neto. Por que algo que parecia uma ótima ideia não deu certo?
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Fazenda Botafogo – Avenida Brasil – 1979

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Fazenda Botafogo em 1979. Acervo pessoal de Sergio Dias.

Nosso leitor Sergio Dias gentilmente nos enviou esse registro da infância na avenida Brasil, na altura do número 19.958, no ano de 1979. Ele aparece com os irmãos na foto em um domingão ensolarado, dia de jogo do Flamengo, em uma Fazenda Botafogo diferente, sem muros e certamente bem mais tranquila. Obrigado pela recordação, Sergio!

Se você também tem imagens antigas do bairro e quer publicá-las aqui, por favor envie para o e-mail coelhoneto.rj@gmail.com ou por mensagem no Facebook em www.facebook.com/cnmemorias.

 

Rua Macabu – 1958

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Aspecto da rua Macabu em 1958. Acervo do Arquivo Nacional.

O local da foto, que mais parece um vilarejo rural, é a rua Macabu no ano de 1958. Ao contrário do conjunto residencial do IAPC, que era uma região nova do bairro de Coelho Neto, o entorno desse logradouro não possuía alfalto, calçadas, rede fluvial e de esgoto. A equipe do jornal Correio da Manhã, que fotografou o local, descreveu em sua reportagem, “(…) de rua tem apenas a placa afixada em um dos barracos próximo à esquina e postes, êstes ainda fincados no meio da futura rua. Não há alinhamento, limpeza, higiene. Mas sobra lixo, lixo por todos os cantos, acompanhado de suas conseqüências: môscas, môscas aos bilhões, por todos os cantos, além de outros animais”.

O fotógrafo parece estar posicionado próximo à avenida dos Italianos, sendo que vemos ao fundo a parte mais alta da Macabu, na esquina com a rua Imboaçu, onde em 1961 viria a ser fundada a igreja católica de Santa Teresa de Jesus. A palavra Macabu tem origem indígena e significa “rio das palmeiras”. A maioria das ruas dessa região recebeu nomes de rios brasileiros.

A imagem pertence ao acervo Correio da Manhã, mantido pelo Arquivo Nacional, e nos foi gentilmente enviada pelo amigo Rodrigo Rocha, a quem agradecemos.

Você também pode ajudar a preservar a história do bairro, enviando imagens antigas, documentos, informações ou relatos para o e-mail coelhoneto.rj@gmail.com ou pelo Facebook em www.facebook.com/cnmemorias.

 

Ônibus 298 – Castelo x Acari – Década de 1980

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Ônibus da linha Castelo x Acari, em meados da década de 1980.

 

Esse é o ônibus da linha 298 – Castelo x Acari, da viação Madureira Candelária, em um local que parece ser a garagem da empresa. A fotografia provavelmente data da segunda metade dos anos 1980, quando o nome da linha já havia deixado de ser Castelo x Coelho Neto e o ponto final já havia mudado da praça Professora Virgínia Cidade para a rua Vitor Frond, onde permanece até hoje (março de 2018). O curioso é que, de acordo com os limites do bairro estabelecidos em decreto de 1981, a denominação Acari estaria incorreta, pois a rua faz parte de Coelho Neto.

A viação Madureira Candelária foi fundada na década de 1950 e recebe este nome devido ao trajeto inicial de sua primeira linha.

Você tem fotos antigas ou informações sobre a história do bairro? Envie para o e-mail coelhoneto.rj@gmail.com que a gente publica aqui!

Carteirinha do Esporte Clube Vega

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A fotografia acima é da carteirinha de sócio do Esporte Clube Vega, gentilmente enviada pela leitora Eliane Capra, a quem agradecemos. A sede do clube ficava no número 65 da rua Curipé e foi a primeira quadra da escola de samba Quilombo, fundada pela lenda da Portela, Antonio Candeia Filho. No dia 4 de abril de 2018 o Esporte Clube Vega estaria completando 60 anos de fundação.

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Viaduto de Coelho Neto – 1969 (2)

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Estado lastimável da Av. Brasil em frente à Escola General Osório. Acervo do Correio da Manhã – Arquivo Nacional.

 

Mais uma foto publicada no jornal Correio da Manhã do dia 22 de fevereiro de 1969, em reportagem que pedia providências a respeito da enorme quantidade de buracos na Av. Brasil, antiga rua Taiaçu, em frente ao viaduto e à Escola General Osório. A calçada também estava destruída no local.

Protagonizando a imagem, um ônibus da linha 682 Méier x Guadalupe. No pára brisa, o itinerário onde se lê: “Pilares – J. Ribeiro – Cavalcante – Cascadura – R. Miranda – Colégio – B. Vermelho”. Percebam ao fundo que não havia ainda a pista de descida da Av. Brasil para a Av. Automóvel Clube em Acari. A imagem pertence ao acervo do Arquivo Nacional.

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Rua Aceguá – 1969

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Um matagal tomava conta da rua Aceguá em meados de 1969. Acervo do Correio da Manhã – Arquivo Nacional.

Assim dizia a reportagem do dia 15 de maio de 1969 do jornal Correio da Manhã.  “O mostrado pela fotografia dizem que é rua e deram-lhe o nome de Aceguá (…) Dizem seus moradores que há anos aguardam que alguém se lembre do deplorável estado em que se encontra o que chamam de Rua Aceguá, que mais se assemelha a um pasto em péssima condição, porque os pastos tratados são mais bonitos”. A equipe do jornal esteve no local e fez o registro acima, onde vemos à esquerda que o Edifício Coelho Neto, entre as ruas Aceguá e Itaigara, ainda estava sendo construído.

A imagem pertence ao acervo Correio da Manhã, mantido pelo Arquivo Nacional.

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